Dois caras brancos magrinhos, um casal, chegaram no estúdio. Um queria tatuar, o outro só ia acompanhar. Enquanto a agulha trabalhava, o clima foi esquentando. Trocas de olhar, respiração mais pesada, mão boba. Terminei a arte e os dois já estavam na maldade. Comi o que tatuou primeiro, depois o acompanhante, os dois gemendo e querendo mais até eu gozar nos dois.