Ele foi meu vizinho por anos. Várias madrugadas batia na porta só pra tomar um café e ficar conversando até tarde, sempre com aquele olhar meio safado que eu fingia não notar. Depois que me mudei, me encontrou pelas redes, viu o que eu fazia e apareceu no estúdio querendo entender melhor os serviços. Chegou com a mesma cara de sempre, meio acanhado e curioso. Deitou na maca e, quanto mais eu passava as mãos com óleo, mais ele se soltava. O corpo foi reagindo, o pau endureceu e ele não conseguiu segurar. No final gozou gostoso, bem diferente das noites em que só vinha tomar café.