Vi ele parado na rua, apoiado no poste, jovem, negro, sorridente e com um olhar cheio de malícia. Cheguei e perguntei sem rodeios: “Dois reais ou um presente surpresa?”. Ele aceitou o presente. Coloquei a mão dele no meu pau e ele curtiu na hora. Levei ele para uma sala escura de um prédio comercial. Lá ele não perdeu tempo: apalpou por cima da roupa, tirou meu pau, mamou com fome e depois me deu até eu gozar bem fundo. O presente surpresa valeu cada segundo.